Finanças na Bolsa de Valores – Tudo o que você deve saber

Saiba mais sobre as finanças na bolsa de valores!

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Entender sobre as finanças na bolsa de valores é algo essencial para todo investidor iniciante.

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O mercado financeiro é cheio de oportunidades para quem deseja fazer aplicações. Entretanto, para aproveitá-las, é preciso levar diversos fatores em consideração.

Existe uma variedade de métodos e estratégias para negociar no mercado de renda variável. Por isso, não basta simplesmente querer se tornar um investidor – você vai precisar estudar e entender a dinâmica do mercado.

Por esse motivo, no artigo de hoje, nós vamos falar sobre os principais investimentos na bolsa de valores e como você pode se preparar financeiramente para começar a aplicar.

Quer entender melhor sobre o assunto? Então continue a leitura!

O que é bolsa de valores?

A bolsa de valores é um ambiente de negociações financeiras.

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Os ativos mais populares, como você já deve saber, são as ações (que, basicamente, são pequenas frações de uma companhia).

Mas nela, também são negociados outros ativos, como contratos futuros e ETFs, por exemplo.

A bolsa funciona como um ponto de encontro entre investidores que querem realizar operações de compra e venda desses ativos.

Além disso, ela também tem como função, criar regras de negociação para que o ambiente seja transparente e seguro o suficiente para todos os investidores.


Os principais ativos negociados na bolsa

Ao mencionarmos a B3, é muito comum que as pessoas automaticamente pensem nas ações de empresas de grande valor.

Obviamente, esse ativo é um excelente investimento, mas para diversificar a sua carteira e entender melhor sobre o mercado, vale a pena conhecer melhor as outras opções. Veja só:


1. Ações

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As ações são papéis que representam uma parte do capital social de uma companhia.

Ou seja, o investidor, ao adquirir uma ação, se torna sócio da empresa.

Elas podem ser classificadas em dois tipos:

• Ações ordinárias (ON): os investidores que possuem essas ações têm o direito de votar em assembleias gerais da companhia.

• Ações preferenciais (PN): quem tem essas ações, não têm o direito a voto nas assembleias gerais. Contudo, tem preferência na hora de receber os lucros (dividendos).


2. Fundos imobiliários (Fiis)

Os fundos imobiliários são formados por investidores que aplicam recursos em ativos relacionados ao mercado imobiliários, como shoppings, galpões e hotéis.

É uma possibilidade de investir no setor, mas sem ter que adquirir um imóvel.

A maneira de aplicar em um Fii é bem parecida com a compra de ações, já que as cotas desse fundo são negociadas em Bolsa e Balcão.


3. ETFs – Exchange Traded Funds

Um ETF é um fundo de investimento que representa uma espécie de condomínio de investidores que aplicam seus recursos de forma conjunta.

Assim como os Fiis, os ETFs são fundos com as cotas negociadas em bolsa, contudo, eles estão relacionados a um determinado índice, replicando o mesmo.

Embora tenha começado a ganhar relevância recentemente, o mercado de ETFs foi regulamentado há quase 20 anos.


4. Contratos futuros

Contratos futuros são um tipo de derivativo padronizado e negociado no mercado futuro.

A liquidação se dá no prazo de alguns dias úteis, e o objetivo é já ter a posse ou realizar a venda de forma ágil.

Nesse tipo de negociação, é estabelecido um preço fixo para uma venda futura. Como são muito voláteis, exigem um bom conhecimento técnico no mercado financeiro.

Finanças na Bolsa de Valores – como se preparar financeiramente para investir

Você já sabe que existem várias formas de aumentar os seus ganhos e, assim, construir um patrimônio financeiro através de investimentos na bolsa.

Mas afinal, como se preparar para investir?

Se você tem interesse no mercado financeiro, confira o passo a passo para operar na bolsa de valores:


Crie um fundo de reserva

Antes de começar a investir, você deve criar um fundo de reserva.

Basicamente, o fundo de reserva (ou fundo de emergência), é um montante que está reservado para eventualidades e imprevistos, como gastos inesperados com saúde, reformas ou demissões.

Como o nome já diz, esse dinheiro deve ser utilizado apenas para emergências, já que você pode precisar desse dinheiro a qualquer momento.

Portanto, não entre no mercado financeiro com essa reserva ou então, com o dinheiro que você usa para pagar as contas.

Aliás, esse é um dos maiores motivos pelos quais muitos investidores desistem da bolsa depois das primeiras operações com prejuízo.

Ter um fundo destinado a eventualidades e imprevistos é essencial.


2. Seja prudente

 O mercado financeiro não é uma loteria em que os resultados surgem de forma aleatória.

Por esse motivo, é importante saber quais são os principais riscos envolvidos.

Além disso, não ignore completamente os investimentos mais conservadores, que são os de renda fixa.

Com eles, as possibilidades de ganho são um pouco mais baixas. Porém, os riscos envolvidos são menores e o retorno virá com mais certeza e tranquilidade.


3. Defina uma estratégia de investimentos

Dentre os principais fatores para começar a operar na bolsa, podemos citar:

• Perfil de investidor

• Objetivos financeiros

• Realidade financeira atual (o quanto você pode investir)

• Prazo do investimento

• Condição do mercado atual

Tudo isso é importante para definir uma estratégia de investimento mais adequada ao seu perfil e aos seus objetivos.


4. Faça um gerenciamento de risco

Como falamos, existem riscos envolvidos na bolsa de valores.

Isso não significa que você deve deixar de investir, pelo contrário. Afinal, existem boas possibilidades de ganhos, principalmente no médio e longo prazo.

Mas para minimizar os prejuízos e maximizar os lucros, você precisa criar uma estratégia de gerenciamento de riscos.

Fique de olho nas principais tendências do mercado, nas ações das empresas que você quer comprar e sempre foque no longo prazo!

Não se esqueça de que para começar a investir na bolsa, é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores.

Conclusão

Investir na bolsa de valores é uma excelente forma de obter rentabilidade e acelerar o crescimento do seu patrimônio financeiro.

Contudo, essa prática exige preparação e estudo do investidor, independentemente do nível de conhecimento já adquirido.

Portanto, se você quer investir em renda variável, leia livros e artigos sobre o assunto, faça cursos específicos e sempre fique de olho nas notícias e tendências do mercado!

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