O dinheiro em espécie vai desaparecer?

Será que os métodos de pagamento online vão fazer o dinheiro em espécie desaparecer?

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Devido ao aumento da oferta de métodos de pagamento online, muitas pessoas estão começando a se preocupar com o fim do dinheiro em espécie.

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Especialistas preveem que a adoção de moedas digitais de bancos centrais, algo que deve ocorrer nos próximos anos em vários países, irá impor dificuldades às divisas de mercados emergentes.

É que a implementação dessas moedas, pode fazer com que a economia de algumas nações, sofra um processo de dolarização digital.

Mas afinal, qual o impacto disso em nossas vidas? Será que o dinheiro em espécie vai ser totalmente substituído pelos cartões e outros métodos de pagamentos mais tecnológicos?

Continue a leitura para entender mais sobre o assunto.

o dinheiro em espécie vai desaparecer?

O papel-moeda vai acabar no Brasil?

Existem diversas formas de realizar pagamentos e transferências sem tocar em cédulas e moedas.

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Cartão de crédito, débito, PIX, carteiras digitais e QR Code, são algumas das formas de pagamento que diminuíram o uso do dinheiro em espécie.

Mas será que é tão simples assim? Será que no futuro o dinheiro será encontrado somente de forma digital?

Antes de tudo, é importante lembrar que uma boa parte da população, não tem acesso à internet.

Aliás, em áreas rurais, o número de brasileiros sem internet, ultrapassa os 50%.

Por esse motivo, nessas regiões, os meios de pagamento online estão longe de ser uma realidade para toda a população.

Certamente, o uso do dinheiro físico vai diminuir nos próximos anos. Mas isso não significa que ele vai acabar completamente.


Criptomoedas: como elas impactam o uso do dinheiro?

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As criptomoedas são moedas totalmente digitais.

Elas não são emitidas por nenhum governo, como é o caso do dólar e do real, por exemplo. Ou seja, as criptomoedas não são controladas por nenhum Banco Central.

De todas as criptomoedas, a mais conhecida é o Bitcoin. Mas ela está longe de ser a única.

Aliás, o conceito de moeda digital veio bem antes do Bitcoin. As criptomoedas foram descritas pela primeira vez na década de 90, por Wei Dai, que sugeriu utilizar a criptografia para gerenciar as transações realizadas com um tipo de dinheiro diferente.

Esse processo tornaria desnecessária a existência de uma autoridade central, que é o que acontece com as moedas tradicionais.

E quando se fala no fim do dinheiro em espécie, as criptomoedas sempre são citadas.

Embora elas ainda não sejam aceitas na maioria dos estabelecimentos, tudo indica que no futuro, elas vão fazer parte do dia a dia da população mundial.

É que as criptomoedas, poderão ser utilizadas com as mesmas finalidades do dinheiro físico: transações comerciais, reserva de valor, etc.


Existe a possibilidade de os países criarem suas próprias moedas digitais?

Como você já sabe, as atuais criptomoedas, não são controladas por nenhum Banco Central.

Entretanto, muitos países já pensam em criar a sua própria moeda digital.

Desde que a primeira criptomoeda começou a ser utilizada, o mercado de ativos digitais passou a sofrer com várias mudanças. 

As moedas digitais por um Banco Central são chamadas de CBDCs (Central Bank Digital Currency).

Essa é justamente a principal diferença das CBDCs para as criptomoedas tradicionais: elas representam um ativo controlado pelo governo.

Ou seja, assim como o dinheiro em papel, elas não são descentralizadas e negociadas em um ambiente de mineração, que é o que ocorre com o Bitcoin e outras criptomoedas.


O que pode acontecer se os países não criarem suas próprias moedas digitais?

Se os bancos centrais de grandes países, como os Estados Unidos, demorarem para adotar as versões digitais de suas próprias moedas, os criptoativos descentralizados poderão crescer ainda mais.

Ou seja, esses criptoativos descentralizados, irão conquistar uma grande fatia do mercado em transações monetárias, até mesmo com a criação de novos ativos.

Mas existem alguns motivos pelos quais alguns países, ainda estão analisando a possibilidade de adotar suas próprias CBDCs.

O primeiro motivo, é o fato de que se os Bancos Centrais se moverem de forma muito rápida para implementar uma moeda digital, eles poderiam criar um sistema de pagamento de baixo custo.

Obviamente, isso seria ótimo para o processo de inclusão financeira. O problema é que isso poderia reprimir a inovação no sistema de pagamentos do setor privado.

O segundo motivo é que a criação de contas em moedas digitais centralizadas, pode levar à desintermediação financeira.

Com a redução extrema do uso do dinheiro físico, a população mundial poderá viver uma realidade em que todas as transações financeiras, serão controladas por um Banco Central ou um provedor de pagamentos.

Isso causaria problemas em relação à privacidade das pessoas.

citação

3 motivos para acreditar que o uso do dinheiro em espécie vai diminuir

Como você pode perceber, apesar de todos os avanços tecnológicos, é muito difícil fazer com que o dinheiro em espécie desapareça totalmente.

Afinal, isso poderia trazer dificuldades para boa parte da população mundial e para países emergentes.

Contudo, devido aos atuais métodos de pagamento online e o crescimento das criptomoedas, podemos dizer que o uso do dinheiro em espécie vai realmente diminuir nos próximos.

E esses são alguns dos motivos pelos quais países e economistas acreditam nessa teoria. Veja só:

• O dinheiro em papel custa caro: o custo de produção do dinheiro em espécie é muito alto. Só no ano de 2019, o Banco Central gastou mais de 90 bilhões com o transporte, armazenamento e segurança das cédulas. 

• Os pagamentos digitais não param de crescer: já parou para pensar na quantidade de métodos de pagamentos digitais que surgiram nos últimos anos? O aumento considerável dos pagamentos digitais é um sinal de que a circulação do dinheiro físico vai diminuir.

• Criação do Real Digital: Segundo o presidente do Banco Central, no ano de 2022, será lançada a primeira moeda digital do Brasil, o Real Digital.

quais são as principais formas de pagamento online?

Conclusão

O avanço da tecnologia no setor de pagamentos, a valorização das criptomoedas mais convencionais como o Bitcoin e a criação de moedas digitais centralizadas, certamente, vão fazer com que o uso do dinheiro em espécie diminua.

Entretanto, o dinheiro físico ainda é muito importante e não vai desaparecer tão cedo assim!

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