Como o cérebro influencia as decisões financeiras?

Como a sua mente influencia as decisões financeiras?

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Já parou para pensar no que está por trás das suas decisões financeiras?

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Aliás, muitas de nossas decisões de compra acontecem de forma inconsciente.

Todos os dias, você é bombardeado com propagandas sobre promoções e lançamentos de produtos que parecem ser essenciais.

Porém, depois que passa a euforia, percebe que aquela compra, na verdade, não foi tão necessária assim.

Se você acha que muitas de suas decisões financeiras são equivocadas, saiba que é possível mudar a situação.

Para entender mais sobre o assunto, continue a leitura!

como o cérebro influencia nas decisões financeiras

O que são finanças comportamentais?

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A área de finanças comportamentais busca entender a relação entre razão, emoção e decisões relacionadas ao dinheiro.

Esse tema está se tornando cada vez mais importante – tanto para as empresas quanto para os consumidores.

É que muitas das decisões que o ser humano toma quando se trata de finanças, possuem ligação direta com a psicologia e análise do comportamento humano.

Especialistas em finanças sempre falam sobre a importância de se gastar menos do que ganha e montar um fundo de emergência. Já as finanças comportamentais, buscam entender o motivo pelo qual muitas pessoas não fazem isso.

Aliás, é comum que as pessoas gastem mais do que podem e, em algumas situações, não cumpram alguns prazos, como no pagamento de contas mensais, por exemplo.

E é justamente aqui que entram as finanças comportamentais, que analisam o equilíbrio entre a razão e emoção na hora de lidar com o dinheiro.


As armadilhas do cérebro que atrapalham as finanças pessoais

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O cérebro possui três regiões que controlam nossas decisões de consumo:

• Cérebro reptiliano: parte responsável pelos reflexos relacionados às emoções primitivas. Ele controla tudo aquilo que é responsável pela sobrevivência.

• Cérebro límbico: também conhecido como cérebro emocional, é responsável por controlar emoções mais complexas e sensações relacionadas aos 5 sentidos.

• Neocórtex: está relacionada com funções importantes como percepção sensorial, comandos motores, consciência e neurolinguagem. É a parte que acreditamos utilizar para tomar decisões e controlar o lado do raciocínio.

Conhecer e exercitar cada uma dessas regiões do cérebro é importante para controlar as suas finanças.

A área responsável pelo impulso é a reptiliana. Mas quando uma pessoa faz uma compra para lidar com uma frustração, a área que entra em atividade é a do sistema límbico.

Já a terceira região, é a mais utilizada pelos consumidores que já possuem um equilíbrio financeiro maior. Quando essa área está em ação, o indivíduo consegue pensar mais antes de tomar decisões.

Ao entender e controlar impulsos primitivos, torna-se possível equilibrar os desejos e analisar melhor nossos atos e consequências.

citação

Qual a relação entre emoções e dinheiro?

Há muitas relações entre emoções e dinheiro.

Aliás, dependendo do momento em que você se encontra, o dinheiro pode ter diversas representações.

Isso significa que a relação emocional com o dinheiro é diferente para cada pessoa.

Por esse motivo, para que você realmente possa entender a forma como você se relaciona com o dinheiro, é preciso ficar atento às suas emoções financeiras e identificar algumas razões pelas quais você não está conseguindo economizar.

De acordo com o psicólogo Bradley Klontz, há alguns roteiros que são seguidos quando o assunto são as finanças pessoais. Saiba quais são eles e entenda a sua relação com o dinheiro.


1. Afastamento do dinheiro

Essa é uma crença relativamente comum. Muitas pessoas acreditam que o dinheiro é algo ruim e que almejar uma vida mais próspera não é algo bom.

Aliás, nesse caso, também existe a crença de que o dinheiro é a causa de vários males.


2. Culto ao dinheiro

As pessoas que cultuam o dinheiro, na verdade, acreditam que nunca terão o suficiente.

Esses indivíduos creem que apenas o dinheiro é capaz de trazer satisfação e felicidade e, por isso, deixam de lado outras coisas importantes na vida.


3. Status relacionado ao dinheiro

Esse fator se refere às pessoas que acham que a autoestima está totalmente relacionada à questão financeira.

Elas pensam que o seu valor depende unicamente do dinheiro e buscam focar suas aquisições em produtos e serviços que favoreçam a sua autoimagem.


4. Vigilância do dinheiro

Esse pensamento é bem característico na vida de pessoas que possuem uma situação financeira mais estável.

Além disso, apresentam um comportamento bem cuidadoso com o dinheiro.

Isso, obviamente, possui um lado bom. Afinal, esses indivíduos possuem uma reserva financeira para lidar com imprevistos. O problema é que eles acreditam que nunca possuem o suficiente. 

Esse pensamento possui uma relação com a culpa de gastar dinheiro.

Fonte: Andre Bona


Como ter inteligência na relação emocional com o dinheiro?

Através da inteligência emocional, é possível racionalizar os sentimentos e emoções, para que assim, seja possível controlar as decisões financeiras impulsivas.

A verdade é que com estratégias corretas, você pode desenvolver uma boa relação com as finanças.

Veja algumas dicas simples de serem colocadas em prática:


Tome decisões baseadas no seu planejamento financeiro

O planejamento financeiro é muito importante para controlar os seus gastos.

Entretanto, se ele não for seguido, você pode continuar tomando decisões impulsivas.

Tenha em mente a necessidade de adquirir um determinado produto ou serviço.

Antes de realizar uma compra, faça a seguinte pergunta para você mesmo: “Eu realmente preciso disso?”


Não compre bens apenas pelo status que trazem

O hábito de comprar bens apenas para ter status, pode realmente, trazer várias dívidas e muita preocupação financeira.

Faça escolhas emocionalmente inteligentes e gaste o seu dinheiro com sabedoria. No médio e longo prazo, essa mudança de hábito vai trazer mais tranquilidade e satisfação.


Entenda o dinheiro de uma forma diferente

Através do dinheiro, você pode alcançar objetivos, mesmo que eles não sejam imediatos.

Mas para isso, é necessário respeitar o seu planejamento financeiro e criar o hábito de poupar!


Pense em suas necessidades reais

Parece óbvio, mas muitas vezes, compramos coisas que não precisamos.

Como falamos, é sempre importante perguntar se você realmente precisa de algo.

Ao realmente entender as suas necessidades, fica mais fácil evitar as compras compulsivas e tomar decisões financeiras mais inteligentes.

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Conclusão

O cérebro influencia as decisões financeiras e muitas marcas sabem disso.

Mas para melhorar a sua relação com o dinheiro, é importante desenvolver maior inteligência financeira e emocional.

Com passos simples, é possível melhorar o controle das suas emoções e das suas finanças!

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