Alocação de ativos o que é? Quais são as estratégias e como fazer?

Você sabe fazer alocação de ativos? Saiba como descobrir a melhor estratégia para o seu perfil de investidor

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A alocação de ativos é uma estratégia baseada na diversificação da carteira de investimentos. Ou seja, o objetivo é fazer aplicações em diferentes classes de ativos, para que assim, você possa aumentar os ganhos.

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Quando o assunto é planejar as aplicações, muitos investidores não sabem como proceder.

Pensando nisso, no artigo de hoje, vamos explicar tudo sobre o assunto. Continue a leitura para saber mais.

alocação de ativos

O que é alocação de ativos?

A alocação de ativos é uma estratégia de investimentos que minimiza os riscos e potencializa o retorno.

No mercado financeiro, o ideal é nunca comprar um ativo de determinado tipo e deixá-lo parado por tempo indeterminado.

Para obter uma boa rentabilidade, o investidor precisa criar uma estratégia sólida e, assim, realizar a gestão das aplicações.

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Isso significa que diversificar a carteira de ativos é essencial para qualquer investidor.

Para entender onde é mais interessante investir, é importante conhecer o seu perfil de investidor, traçar objetivos financeiros e acompanhar as tendências do mercado.

Pode ser em ações, fundos imobiliários ou títulos públicos de renda fixa, por exemplo.


Por que fazer a alocação de ativos?

A alocação de ativos é importante porque ajuda a proporcionar uma carteira mais estável, diluindo os riscos.

Quanto mais diversificada uma carteira, menores são as chances de perda.

Além disso, através desse processo, o investidor terá uma noção melhor da taxa de retorno dos ativos e riscos envolvidos em cada operação.

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Mas é importante lembrar que o objetivo não é diversificar apenas por diversificar, mas sim, criar uma estratégia sólida para aumentar as oportunidades e reduzir os riscos.


Como fazer alocação de ativos: 6 estratégias eficientes

Agora que você já sabe o que significa esse conceito, deve estar curioso para saber como fazer um bom planejamento.

Para te ajudar com isso, separamos seis estratégias eficientes.

Veja só!

citação

1. Alocação estratégica de ativos

A alocação estratégica de ativos é uma das formas mais utilizadas.

Aqui, não há uma realocação de ativos, mesmo que uma determinada ação se desvalorize.

Para te ajudar a entender melhor, vamos te dar um exemplo.

Suponha que um investidor costume ter retorno médio de 20% em renda variável e 10% em títulos de renda fixa. Se ele montar uma carteira de ativos dividindo renda fixa e renda variável na mesma proporção, a rentabilidade média será de 15% no longo prazo.

Essa estratégia é estática, pois o foco está no longo prazo. Portanto, mesmo se determinado ativo se desvalorizar e passar a representar uma proporção menor do portfólio, não há realocação entre as modalidades.


2. Alocação de ativos de ponderação constante

Essa é uma estratégia bastante ativa, pois há mais atuação do investidor em relação a carteira.

Nesse caso, é essencial que o investidor avalie de forma frequente os ativos que compõem a carteira. 

Ou seja, ele deve tomar decisões conforme a valorização ou desvalorização de ativos.

Não há regras muito rígidas, porém, especialistas recomendam que a oscilação da composição de ativos não seja superior a 5%.


3. Alocação dinâmica de ativos

Como o nome já diz, essa estratégia consiste em uma alocação mais dinâmica, isto é, realocação constante dos fundos.

Essa estratégia exige muita agilidade no processo de tomada de decisão. Por isso, ela é recomendada para investidores com muita experiência e conhecimento no mercado financeiro.


4. Alocação tática de ativos

Na alocação tática de ativos, é possível adicionar estratégias de curto prazo em uma carteira de investimentos com foco no longo prazo.

Para que o investidor encontre boas oportunidades, é necessário acompanhar o mercado de forma frequente.

Como essa estratégia exige que o investidor encontre o melhor momento para realizar operações de curto prazo, os riscos são um pouco maiores.


5. Alocação de ativos segurada

Essa estratégia é recomendada para quem tem um perfil mais conservador.

Nesse caso, o investidor deve estabelecer um limite de perdas. Se o limite for atingido, o investidor deve fazer a realocação de ativos para aplicações mais seguras, como CDBs, por exemplo.


6. Alocação integrada

De todas as formas de alocação de ativos, a integrada é considerada a mais equilibrada.

Afinal, ela leva em consideração os ganhos e os riscos de investimento de acordo com o perfil do investidor.

A alocação integrada também é mais ampla, pois permite a mistura de outras estratégias, desde que claro, não haja contraposição.


Como fazer a alocação de ativos?

Agora que você já sabe o que é alocação de ativos, está na hora de saber como colocá-la em prática.

Para fazer isso, siga esse passo a passo:


Defina o percentual a ser investido em cada classe de ativos

O primeiro passo é estabelecer o quanto você vai investir em ativos de renda fixa e de renda variável.

A escolha, obviamente, deve ser baseada no seu perfil de investidor, que pode ser:

• Conservador: não gosta de correr riscos

• Moderado: deseja obter bons retornos, mas prefere não correr muitos riscos

• Arrojado: aceita correr grandes riscos para potencializar os retornos


Escolha dos ativos

Há diversos tipos de ativos no mercado.

Na renda fixa, por exemplo, é possível investir em títulos do Tesouro Direto, CDB, LCI/LCA, CRI/CRA, entre outros.

Já na renda variável, tem ações, fundos de investimentos e ETFS.


Percentual a ser investido em cada ativo

Depois de definir os ativos que serão investidos dentro de cada classe, você irá definir o quanto será investido em cada ativo.


Rebalanceamento de carteira

O rebalanceamento da carteira pode ser feito sempre que a carteira de ativos estiver desequilibrada.

Antes de rebalancear, você pode estabelecer uma margem aceitável de desiquilíbrio.

Monitoramento da carteira

Esse é um dos principais erros dos investidores.

Muitos deles fazem pesquisas profundas antes de investir, o que é algo bom.

Porém, depois, se esquecem de monitorar a carteira e o desempenho dos ativos.

Fique de olho na performance das empresas que você possui papéis.

Além disso, é importante que você acompanhe as tendências do mercado e continue estudando sobre o mundo dos investimentos.

6 vantagens da alocação dos ativos

Conclusão

Nós esperamos que esse artigo tenha te ajudado a entender melhor sobre a alocação de ativos.

Na hora de realizar investimentos, analise bem o cenário e sempre leve em consideração o seu perfil de investidor e objetivos financeiros.

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