Investir em startup no Brasil vale a pena? Quais são os riscos?

Descubra melhor sobre o processo de investir em startup no Brasil

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Investir em startup no Brasil é uma possibilidade que está chamando a atenção até mesmo de investidores bem experientes no mercado.

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O que há poucos mais de cinco anos estava restrito apenas a fundos de investimentos, hoje, já está disponível para todos os tipos de investidores que querem diversificar o seu portfólio e encontrar novas oportunidades.

Para saber mais sobre o assunto, continue a leitura.

Vamos explicar como tudo funciona.

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O que é uma startup?

O termo surgiu no Vale do Silício, no estado da Califórnia, considerado um polo industrial e tecnológico.

Uma startup, na verdade, é uma empresa que possui um modelo de negócios escalável, em um cenário de incertezas e soluções a serem encontradas.

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Embora não esteja limitada apenas a negócios digitais, uma startup precisa de muita inovação.

Nos últimos anos, surgiram muitas startups, no Brasil e no mundo.

Segundo a ABS (Associação Brasileira de Startups), o número de startups registradas no Brasil teve um salto expressivo entre 2015 e 2021 — de 4.151 para 13.700, crescimento superior a 200%.


Quais as formas de investir em startup no Brasil?

Se você quer entrar para o ramo de investimentos em startups, mas não sabe qual é o melhor modelo para o seu perfil, precisa conhecer os principais tipos de investimentos.

E é sobre isso que vamos falar agora. Confira!


Bootstraping

Bootstraping é o investimento inicial em uma startup.

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Basicamente, é a criação de uma startup utilizando recursos próprios somente dos sócios.

Nesse modelo, as entradas externas de capital chegam através dos primeiros clientes. E esse valor, geralmente, é reinvestido pelos sócios, até que a empresa comece a crescer e as operações se tornem mais sustentáveis.

O valor médio desse tipo de investimento é variável, pois depende principalmente do segmento de atuação da empresa e da quantidade de sócios fundadores.


Investimento anjo

O termo investidor-anjo surgiu na década de 1920 nos teatros da Broadway, em Nova York.

Durante esse período, havia muitos empresários que financiavam os custos de produções teatrais e participavam de seu retorno financeiro. Eles ficaram conhecidos como “investidores anjo”.

Atualmente, o investidor anjo apoia as startups não apenas com recursos financeiros, mas também, com sua experiência e conhecimento.

O investimento anjo é indicado para executivos, empreendedores e outros profissionais com muita experiência – pessoas físicas.

É o tipo de investidor que quer diversificar suas aplicações, mas também, participar do processo de formação do negócio, como um mentor.

O investidor-anjo recebe uma participação societária minoritária no negócio. Além disso, como falamos, ele atua como um conselheiro e, também, participa de decisões estratégicas.

Isso aumenta as chances de sucesso e faz com que o desenvolvimento da empresa se torne mais rápido.

citação

Investimento semente (seed)

O seed money, ou capital semente, em português, é um modelo de investimento destinado a startups em sua fase inicial.

Esse é o segundo investimento que os negócios costumam receber, servindo para possibilitar um crescimento saudável.

O capital aportado pode ser utilizado tanto para ajudar no desenvolvimento do produto como na expansão de suas operações.

Assim como o anjo, ele também é indicado para negócios que estão no começo e precisam de recursos financeiros para acelerarem o crescimento.

A principal diferença do investimento anjo e o investimento semente está no valor.

Normalmente, o investimento anjo não costuma passar de R$ 1 milhão. Já no capital semente, o aporte pode chegar a R$ 5 milhões.

Além disso, geralmente não é necessário “trabalho físico” dos investidores. Um conselho pode ser criado para ficar a parte das decisões estratégicas, o que inclui ou não o poder de voto.


Equity crowdfunding

Se você acha que apenas grandes investidores podem investir em startup no Brasil, está completamente enganado!

A partir desse modelo, investidores podem se juntar para investir num formato coletivo.

Para você entender melhor sobre isso, vamos começar com a definição dos termos.

Equity, é um termo em inglês, que pode ser definido como ganho de capital.  Já crowdfunding, significa “financiamento coletivo”. Ou seja, nesse caso, várias pessoas podem levantar recursos para uma determinada causa.

Sendo assim, o equity crowdfunding é um investimento coletivo que possibilita que empresas alcancem um conjunto amplo de investidores.

Na prática, os investidores fornecem recursos e recebem, participação societária (equity) ou títulos conversíveis de dívida.

Isso é possível de ser realizado através de plataformas que realizam a intermediação. Elas selecionam startups, que estão em busca de capital. Desse modo, elas disponibilizam os projetos para investidores analisarem e, caso fiquem interessados, investirem.

Há três agentes envolvidos nesse processo: plataforma, sociedade empresária e o investidor.


Venture capital (investimento de risco)

Conhecido como capital de risco, o venture capital é um investimento onde as aplicações são feitas em empresas iniciantes de pequeno a médio porte.

Ou seja, são negócios com um alto potencial de crescimento, mas que são muito novas e ainda não possuem um bom faturamento.

Esse tipo de investimento tem como objetivos injetar capital na empresa para acelerar o crescimento e influenciar na gestão do negócio.


Private equity

Os fundos Private Equity são uma modalidade de investimento no qual uma gestora adquire parte de um outro negócio em crescimento.

Os retornos são controlados, mas consistentes.

A maior diferença dos fundos Private Equity para o venture capital está no menor risco.

É que no caso do Private Equity, o investimento é feito em uma empresa que já possui um determinado faturamento e está mais consolidada.

Ou seja, a intenção é potencializar ainda mais as companhias.

Quais os principais riscos de investir em startup?

Dentre os principais riscos, podemos citar:

• Risco de perder o dinheiro investido

• Risco de liquidez

• Risco de o investimento não ser adequado ao seu perfil

Quanto maior o nível de governança corporativa na empresa, mais seguro será realizar o investimento.

Por isso, antes de realizar o seu aporte, é necessário estudar o mercado, a empresa e diversificar o seu portfólio!

dicas para montar uma startup

Conclusão

Essas são algumas possibilidades para investir em startup no Brasil.

Caso você esteja interessado, é importante saber que estamos falando de investimento a longo prazo.

Além disso, é necessário analisar diversos pontos antes de aplicar os seus recursos!

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