DREX  – a futura moeda digital do Brasil

Um assunto que vem dando o que falar entre todas as pessoas, e principalmente no mercado financeiro, é o Drex, a futura moeda digital do Brasil.

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Hoje vamos descobrir mais sobre essa moeda, o que vem sendo falado sobre isso e o que podemos esperar para o futuro.

Conheça Drex

O Drex, chamado também de primo do Pix, é um assunto muito em alta recentemente. Isso porque se trata do que será a nova moeda digital do Brasil.

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Com um objetivo de passar a inserir mais a digitalização da economia no nosso país, o Banco do Brasil traz sua segunda inovação. Depois do Pix lançado em 2020, o Banco desenvolveu o Drex, com previsão de lançamento para o final de 2024.

Ele é um CBDC, Central Bank Digital Currency, a moeda digital do banco central, é também a principal modalidade de dinheiro digital que o mundo está explorando.

Para que ela possa ser usada estão desenvolvendo uma plataforma específica, e mesmo com o lançamento da nova moeda, as regras para o real vão continuar as mesmas.

A moeda já se encontra em fase de testes, esta que começou em março de 2023, junto de bancos e outras instituições financeiras, como a Caixa, Nubank, Santander, Itaú e outras.

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Para os testes foram gerados tokens digitais, e foi feita a simulação de conversão dos saldos de uma conta para a carteira do Drex.

Os testes estão sendo chamados de Projeto Piloto, e o objetivo do Banco do Brasil é ter certeza de que está tudo funcionando, como negociações em grande escala, se as transações poderão ser feitas, e é claro, como está a segurança.

Por que se chama Drex?

E o nome Drex não foi dado ao acaso, o projeto era chamado de real digital, mas apenas em agosto de 2023 seu nome oficial foi divulgado.

Como forma de alusão ao real foram feitas as junções das letras “D” e “R”, enquanto o “E” é relacionado ao eletrônico, por fim temos o “X” que tem o intuito de seguir a mesma linha do PIX e transmitir modernidade.

Diferença do Pix e Drex

Apesar de não serem a mesma coisa, o Pix e o Drex estão gerando confusão nas pessoas, que estão em dúvida de quais são suas diferenças.

Como uma forma de fazer brincadeiras entre os dois recursos que tem “X” ao final do nome, muitas pessoas associaram o Drex ao Pix como primos.

Mas a diferença entre os dois é, na realidade, bem grande. O Pix é um sistema que realiza transferências financeiras entre diferentes instituições de forma instantânea.

Enquanto, o Drex será a moeda digital do Brasil, usada em certos serviços financeiros que ainda serão pré-definidos, sendo assim, será utilizado como meio de pagamento.

Diferença do Drex e da criptomoeda

Por ser uma moeda digital, o Drex pode ser confundido com uma criptomoeda, mas é um pouco diferente do que seria uma criptomoeda.

A principal diferença que pode ser apontada é a gestão, que com criptomoedas é descentralizada enquanto o Drex será gerenciado pelo Banco Central, assim como toda a sua regulamentação.

Outra diferença é que o valor das criptomoedas costumam flutuar bastante de acordo com a demanda do mercado. Já o Drex terá o valor fixo, R$1 real sempre vai ser R$1 real.

Como funciona a tecnologia?

A tecnologia que está sendo usada pelo Drex é a DLT, Distributed Ledger Technology ou Tecnologia de Registro Distribuído, sendo a mais famosa a blockchain, que surgiu junto com o Bitcoin por volta de 2008.

E a tecnologia de DLT que será utilizada no Drex é a Hyperledger Besu, rede baseada no Ethereum. Ela foi escolhida por dar mais suporte na segurança, escalabilidade e muito mais privacidade das transações.

Quais as vantagens do Drex?

Ainda falando sobre o Drex, a nova moeda digital oficial do Brasil, vamos citar alguns dos benefícios que estão sendo prometidos junto com o lançamento da moeda.

Ele será uma versão eletrônica das cédulas e moedas que temos hoje em dia, utilizando a mesma tecnologia das criptomoedas.

Esse novo recurso está sendo criado com objetivo de garantir mais acessibilidade em transações financeiras, em um ambiente mais seguro, privativo e com menos chances de fraudes.

E assim como o Pix, o Drex também fará com que as transações sejam otimizadas e instantâneas. Tornando vários processos e pagamentos mais eficientes.

Outro ponto que pode ser mais interessante para investidores será a possibilidade de fazer investimentos 24h por dia. Assim como o pix que permite transações 24h por dia, sem a necessidade de esperar o dia seguinte ou um dia útil.

Uma das vantagens que vem agradando as pessoas também, são os contratos inteligentes que serão executados imediatamente, economizando na parte burocrática e otimizando processo, tornando-os mais rápidos.

A nova moeda terá custos?

É esperado que o Drex tenha alguns custos operacionais aos consumidores, isso por que ao ser usado ele sempre estará associado a algum tipo de serviço.

Não serão custos propriamente ditos da moeda digital, mas sim dos serviços que serão usados para ele e acabaram cobrando taxas à parte.

Porém, ainda não existem informações de como será feita essa cobrança e quais custos serão, ou se realmente vão existir esses custos.

Ativos do Drex

Outra informação muito importante é que ao falarmos de moedas digitais do Brasil, teremos três ativos diferentes na plataforma em questão.

Sendo eles o Real Digital, Real Tokenizado e Títulos do Tesouro Direto. O Drex vai servir para fins de atacado como a moeda do Banco Central.

Enquanto o real tokenizado será utilizado principalmente no varejo, será referente ao dinheiro que uma PF, pessoa física, tem em sua conta bancária.

Por fim, os títulos do tesouro direto são relativos à compra e venda de titulos públicos federais.

Segundo o Banco do Brasil, foi feita essa divisão para que as pessoas entendessem mais sobre cada um dos ativos e como podem ser usados no ambiente que está sendo criado com objetivo de comportar as moedas digitais do Brasil.